O carisma DJC é a via concreta para cada um de nós evangelizar alcançar a santidade e fazer multiplicar.
Nessa grande variadade de associações de Apostolado o DJC é uma associação de leigos, caracterizado por fins de Evangelização e santificação.
O seu estilo de ser Igreja através de uma espiritualidade profunda paulina, é focado na evangelização e multiplicação.
O DJC começa no carisma vocacional.
Quem é DJC precisa ser de fato pelo carisma.
É próprio do carisma DJC, a evangelização e a multiplicação, ou seja, aquele que for pescado pra ser evangelizado, deva pescar outros pra também evangelizar e multiplicar.
Quem é DJC, não basta apenas ser disciplinado, ter espiritualidade, não basta ser exemplar e dar testemunho, é necessário para a Igreja e o carisma DJC também evangelizar.
Muitas vezes sem saber vemos que são muitos os que acolhem nossa vida, comungam do nosso ideal, se entusiasmam até com a nossa missão e por isso querem viver o carisma.
E aos que estão mergulhado no carisma DJC, é porque Deus quere fazer em cada um deles uma grande obra de restauração, transformação de vida, santificação, por isso que Ele os encaminhou para conviver, caminhar, crescer dentro do carisma.
Somos muitos amados, e por isso o Pai confiou tanto em nós a ponto de colocar sob nossa responsabilidade como que uma 'empresa' para evangelizar por meio de sua Palavra.
É grande a confiança em que Deus tem investido muito e entregue tudo em nossas mãos.
O sucesso ou o fracasso da empresa nao depende dos outros mas unicamente de nós, da nossa falta de responsabilidade, da nossa falta de compromisso, do nosso trabalho não realizado, do nosso carisma não vivenciado.
Nossa relação com Deus no DJC, é uma relação de missão, de trabalho, a exemplo de como assim é em uma empresa, pois somos seus operários.
O que as pessoas também confundem muito e esquecem, é que estão tratando de uma fundação.
Fundação é como uma empresa.
E toda empresa tem seus estatutos a ser seguido.
Por exemplo: A empresa, ou seja a sociedade empresária pra ser mais exata, tem suas obrigações a cumprir, ela tem as eleições, o seu núcleo gestor, as assembléias, as constituições, e a sua autoridade constituída.
Mesmo que a gente as vezes se depare com a movimentação da saída de algumas pessoas que se retiraram por diversos motivos delas, cabe a nós somente abençoar a decisão tomada, interceder somente e tocar o barco pra frente.
Não podemos esquecer também que, uma ou outra pessoa que infelismente sai, é por pura ingratidão e imaturidade.
Enquanto muitos outros que ficam, continuam, permanecem pelo carisma, por amor e gratidão a Deus.
É comum em uma obra com tantos membros, que alguns naturalnente queiram seguir outros caminhos, e nós com muito amor, misericórdia e sinceridade só rezamos por esses irmãos, os queremos muito bem, os respeitamos, mas esqueçamos deles.
Mas diante de tudo isso quando o carisma é de Deus ele continua firme e forte independente de quem quer que seja.
Todo carisma DJC é de Deus. Ele pertence unicamente a Deus que está a serviço da Igreja, e por isso que não é propriedade de ninguém, a não ser do próprio Deus.
Ninguém tem o direito de se apropriar de um carisma, de uma obra de Deus.
O DJC é um sopro do Espírito Santo que está a pserviço da Igreja, é a uma resposta do amor de Deus para evangelizar o mundo.
Precisamos lembrar que a poda, também faz parte desse movimento criativo, construtivo e fundativo de Deus.
Não podemos esquecer que muitos continuam caminhando, na alegria e na tristeza, na saúde na doença amando e respeitando, derramando o suor, o sangue, vestindo mesmo a camisa, lutando, encarnando o carisma DJC pra valer e sustentando essa Vocação por meio da oração.
O DJC é fiel a Deus na sua grande missão de evangelizar à luz da Palavra, da Doutrina Católica e de levar todos ao “mergulho na Graça de Deus”.
Por graça de Deus, temos testemunhado que muitos irmãos são alcançados no dia a dia, como nos muitos eventos de evangelização.
Devemos a cada dia é nos alegrar com os muitos irmãos que se achegam e com os discípulos que estão e que se tornam de fato o carisma DJC vivo.
Não podemos nos espelhar em um ou outro que não quer continuar e sai, isso é pobre demais. Uma vez que sai é por que não tem a vocação DJC ou se tem “é porque ele mesmo está a dizer pra Deus que não quer mais”. Embora Deus fique muito triste, Ele como pai respeita a decisão tomada e a opção feita.
Somos e devemos ser servos de Jesus, trabalhar somente pra Jesus, com Jesus e não devemos colocar apoio, segurança e esperança nas pessoas.
O DJC é uma vocação. Ele está acima de qualquer autoridade, ministério ou pessoa.
O DJC só obedece a Jesus e a Igreja.
O que nos faz livres e felizes é servir a Deus e aos irmãos.
Em toda comunidade tem e vai sempre ter os erros, por ela ser feita de homens.
Existem erros na comunidade e que é impossível de não vê-los.
Mas não precisamos fraquejar por causa disso ou por aquilo, porque a comunidade muito embora seja imperfeita ela é também santa, o carisma é realmente carisma de Deus, igual aos demais carismas do Espírito Santo.
O DJC é um grande carisma do Espírito Santo que nos dá a possibilidade de “evangelizar até os confins da terra e multiplicar”.
A vocação de todo batizado é levar a Palavra de Deus até os confins do mundo, como assim ordenou o próprio Jesus nas Escrituras. “E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura” (Mc 16, 15).
“O que vos é dito aos ouvidos, proclamai-os sobre os telhados” (Mc 10,27).
São Paulo nosso Patrono, após a sua conversão, compreendeu essa necessidade de evangelizar, de anunciar a Palavra de Deus de maneira radical e multiplicar: “Anunciar o Evangelho não é título de glória para mim; é, antes, necessidade que se me impõe. Ai de mim, se eu não evangelizar” (I Cor 9,16).
O motivo pelo qual nós devemos evangelizar está em Marcos 16,15 que diz assim: “Ide por todo o mundo proclamai o Evangelho a toda criatura. Aquele que crer e for batizado será salvo, e o que não crer será condenado. Estes são os sinais que acompanharam aos que tiverem crido: em meu nome expulsarão demônios, farão em novas línguas, pegão em serpentes e se beberem algum veneno mortíferos nada sofrerão; imporão a mão sob os enfermos e estes serão curados”.
A gestão de uma comumidade deve ser feita e rezada com a mentalidade de que Deus é de fato o verdadeiro dono (o "patrão"), e os membros são Seus ("operários").
O trabalho no DJC, mesmo com seus muitos desafios, é visto também como uma obra de "santificação" pessoal e comunitária.
A ideia é que a estrutura técnica (estatuto, gestão) esteja a serviço da "mística" (espiritualidade), onde a evangelização, a salvação das almas é a grande prioridade.
O processo de poda se faz necessário e sempre vai existir em qualquer comunidade.
A comunidade vai ser podada pra ela ser purificada. É assim o trabalho de Deus em que ele mesmo no decirrer do tempo e caminhada vai peneirando os seus.
O DJC sempre será uma obra renovado, ou seja, sempre terá novos rumos conforme a mão de Deus e o mover do Espírito Santo.
Os entendidos dizem que enquanto o fundador estar vivo, a fundação sempre continua em fundação.
E isso é uma grande alegria e verdade.
O que afirma-se mais ainda o porquê do nome Movimento: “no DJC tudo é definido por causa do Estatuto mas nada é definitivo”. Por ser um Movimento de Evangelização, Deus não nos deixa ficarmos parados na rotina, na mesmisse, de tempos em tempos ele nos surpreende com coisas novas (...), vai desdobrando o que ele mesmo criou e recria, aponta-nos novas realidades e conduz-nos a rumos novos antes não imagináveis por nós, isso é obra de Deus, e admirável aos nossos olhos.
Graças a Deus não perdemos a capacidade de nos maravilharmos diante da perfeição de sua obra que é o DJC. Ele se mostra sempre em constante “movimento” e por isso novo. Não temos como parar, envelhecer porque estamos em contaste “movimento”, e por estarmos em movimento sempre seremos DJC nesse mover do Espirito Santo.
Também não podemos idolatrar pessoas, em indeferimento da obra.
O DJC não se resume em pessoas, mas na essência do seu carisma evangelizador, missionário, santificador e multiplicador em toda obra e conteúdo que foi criado.
A batalha espiritual sobre uma comumidade de Deus é grande, e por isso há necessidade de muita oracão de intercessão, jejum e adoração.
Aqueles que saem, que vão embora falando mal do carisma e expressando opinião contrária, deveriam nem citar mais o nome e esquecer de vez.
Ao mesmo tempo que não podemos dar hibope ao ficar escutando comentários ou tercer comentários a cerca dessas pessoas.
Quem sai do carisma, decidiu dizer não quero mais, e ainda fica a malar mal, devamos é isolar essa pessoa, termos cuidado e ficarmos a orar e vigiar.
Ninguém pode dar pitaco no carisma fundacional, que não é seu, e que não se conhece.
Se alguém foi acolhido, estudou, se formou, foi patrocinado, fez nome e se tornou gente no carisma, e ainda sai falando mal, é um tremendo ingrato, pois está cuspindo no prato que comeu, essa pessoa não é digna mais de crédito, devemos é isolar e ter cuidado com elas isso sim.
E o silêncio para com toda a armadilha de santanás é a melhor resposta.
Temos que ter o mínimo de respeito, zelo e amor pelo carisma fundacional DJC, e não falar mal.
Aqueles que largam o carisma optando em não querer mais ser, são livres pela escolha que fazem, o que nos resta é somente dizer: vão em paz! E entregar tudo nas mãos de Deus.
Aqueles que saem e aindo falam mal, devamos pedir é a Deus a sua “misericórdia” sobre essas pessoas pois elas não sabem o que fazem.
E aqueles que acreditam no que essas pessoas falam são piores ainda.
É o mesmo que acreditar em um filho que foi cuidado, amparado, alimentado, e que se encontra a falar mal do seu pai e de sua mãe, e as pessoas por ingenuidade vão na onde e acreditam no que ele diz.
Muitos são artistas em fingir, teatrar, mentir, e são especialistas ainda na arte de representar, com esses devemos ficar de olhos bem abertos, e termos cuidado com esse tipo de gente.
O ato de falar mal de outra pessoa, ou de um carisma de fundação, é indiretamente criticar a obra de Deus criada, já que o próximo e o carisma institucional também é uma criação de caráter divino.
Vejamos o que diz (Eclesiástico 42, 25): "Todas as coisas existem duas a duas, uma oposta à outra; ele nada fez que seja defeituoso."
Quanfo alguém fala mal do outro Tiago 4,11 já faz um alerta: "Irmãos, não falem mal uns dos outros. Quem fala contra o seu irmão ou julga o seu irmão, fala contra a Lei e a julga".
Ao falar mal de um carisma, de uma fundação, a pessoa tende a quebrar o equilíbrio e a unidade criados por Deus, gerando assim divisão e defeitos onde deveria haver complementos convidando à unidade, à gratidão e a enxergar a bondade divina nas obras de Deus, em vez de focar nas falhas alheias.
Sem falar que Deus vê tudo e nada lhe escapa, inclusive as palavras e pensamentos ocultos.
Eclo 42,15-26, é um hino à grandeza de Deus, incentivando a contemplação de suas maravilhas e a gratidão, evitando o marasmo da murmuração ou a difamação do próximo ou do carisma fundado.
Para cada comentário maldoso tecido, tem um outro lado que está sendo injustiçado, que também precisa ser ouvido e muitas vezes não vai ser mostrado pela parte ofendida por prudência, maturidade, sabedoria e discernimento.
Quem tem maturidade não rebate a nada, não perde tempo e nem gasta energia se explicando, porque é como que “jogar pérola aos porcos”, toda explicação se esvai e vai se perder. O que resta somente é entregar tudo a Deus, e deixar o tempo correr, porque Deus, ele mesmo tomará as suas devidas providências.
Tem gente que cai na ousadia em dizer, que o carisma vai acabar porque alguém decidiu em não querer mais ficar, em não comungar mais no carisma fundacional? Quem é essa pessoa ela é maior que o carisma? Como pode um carisma fundacional acabar uma vez que é criação de Deus?
Quem não quer caminhar se acolhe, Deus respeita e ponto final. Ele mesmo vai gerar os meios para o carisma continuar a caminhar, crescer e dar muitos frutos com os que permanecerem por vocação.
Não precisa fazer tanto drama, porque todo carisma é assim.
Carisma é um mistério de Deus: enquanto que uns vão ser acolhidos, evangelizados, pra ficar, permanecer, multiplicar e dar muitos frutos. Outros serão acolhidos, evangelizados e amados da mesma forma e não permanecerão, e o carisma de Deus segue sem esses e sem desespero.
É certo que temos que suportar uns aos outros porque Deus nos chamou a viver em comunidade pra isso: pra nos treinar a melhorar!
Quando uma pessoa na comunidade faz o vocacional e chega a fazer o último compromisso com Deus na comunidade, é porque ela fez todo o histórico da vida dela, ela já mediu, já avaliou, já ponderou, já dicerniu, já disse: aqui é meu lugar, é aqui que vou ficar, por vocação e porque Deus me chamou.
No dia que um discípulo professa o sim a Deus, para servir a Deus no carisma DJC, não é um faz de conta, não é de brincadeira, é de verdade e deva ser com sinceridade e definitivo.
Pedro, não seguiu Jesus por um tempo!
Mateus, não seguiu Jesus por um tempo!
João, não seguiu Jesus por um tempo!
O Apóstolo Paulo, ... não seguiu Jesus por um tempo mas até o fim e até a morte.
Da mesma forma é quem foi chamado a ser na Igreja e no mundo carisna DJC, não pode ser só por um tempo e pronto não. Carisma de Deus, chamado de Deus, vocação de Deus não é brincadeira.
Nós vemos João falando do “amor de Deus, que Deus é amor”.
Mas presenciamos no capítulo 9 de Lucas, João e Thiago com o sentimento torpe de vingança: Mandando descer fogo para destruí-los: "Senhor, queres que mandemos descer fogo do céu para destruí-los?” (Lucas 9,54).
E Jesus logo repreende a atitude deles dizendo: “De forma nenhuma! Não é porque não somos acolhidos que vamos retribuir da mesma maneira com o mal. Não é porque não somos amados, que vamos retribuir com o ódio. Não é porque o outro nos faz mal, que vamos também retribuir na mesma moeda com o mal e da mesma maneira”.
Vejamos os defeitos, que vão aparecendo no nosso dia a dia, no decorerr da caminhada, na convivência e na vida em comunidade: nossa eu não pensava que você era assim.
Nós devemos levar os defeitos dos outros até na esportiva como poesia dizendo: um dia fulano vai melhorar, assin como um dia eu também vou melhorar, como você vai melhorar um dia e todos nós vamos.
Quantos anos existimos na comunidade, quantos anos precisamos aprender que precisamos tomar é vergonha na cara.
Há quantos anos estamos na comumidade, já era pra sermos uns santos e não somos, cada vez mais somos piores, e o pior é que os irmãos e membros da comunidade vão vendo nossos defeitos.
Mas viver em comumidade é assim.
Ninguém por mais que queira, consegue esconder as máscaras por muito tempo. Elas cedo ou mais tarde carrão como que escamas.
Mas eles, precisam entender que viver em comunidade é isso: eles precisam me ajudar, assim como eu preciso ajudar eles ... Em todas as vocações e carismas é assim.
Tem uns com temperamentos fortes, outros mais mansos, outros mais explosivos, outros mais fracos, outros mais desatentos e ingênuos em não ver quando o lobo está se aproximando com suas armadilhas, e a gente vai caminhando assim, tombém se reconciliando, pedindo perdão a Deus e levando na esportiva os desaforos, ate o dia que Deus nos chamar.
Imagina alguém com a vocação DJC sair, largar o seu carisma, o seu ministério, o chamado que Deus um dia fez, por causa daquela pessoa que também está debaixo do mover de Deus.
Ha medida que eu falo que aquela pessoa é cheia de defeito, e por isso pego a mochila e vou embora, então estou dizendo e afirmando que eu sou um santo, perfeito e aquela pessoa é pecadora.
Temos que dizer no dia a dia: Nossa não é facil viver e conviver com aquela pessoa, mas Deus me chamou; por isso vou me submeter a vontade de Deus; porque preciso melhorar em muita coisa; eu preciso conquistar aquela pessoa porque não sou santo não.
Nos deparamos com as fragilidades humanas, com os muitos defeitos que nós temos, quando ministramos uma pregação muita gente é tocada e se converte.
Ai quando nos deparamos com a graça de Deus em meio a nossa miséria, pensamos naquilo que São Paulo diz: estou com muito medo viu em estar levando muitas pessoas para o céu e eu estar me perdendo! Eu não posso me perder, preciso também lutar pela minha santidade.
Já teve muita gente que Deus chamou para fazer parte do carisma e em um determinado momento, eles debandaram, resolveram ir embora, disseram pra Deus na maior cara de pau: Não quero mais!
Quando a pessoa diz sim a Jesus, fez um compromisso com Deus, decidindo servir a ele através do carisma que ele chamou, prometendo amor e fidelidade, significa que tem vocação.
Agora é a própria pessoa que lá pelas tantas está dando uma resposta a Deus dizendo: Eu não aguento, eu vou embora!
Embora Deus continue chamando e quer que essa pessoa continue na vocação. Mas é ela mesma é quem está respondendo a Deus e decidindo em querer ir embora por ela mesma.
Já uma pessoa que está ainda no processo de crescimento e amadurecimento, é diferente, porque essa pessoa ainda está a passar por um período de maturação, averiguação vocacional, se é isso mesmo ou não, se foi apenas um entusiasmo tomado pelo momento de euforia como vimos no Evangelho de Lucas 9,57: “Enquanto Jesus e seus discípulos caminhavam, alguém na estrada disse a Jesus: ‘Eu te seguirei para onde quer que fores’'.
Jesus usa essa pequena parábola para ilustrar qual é o verdadeiro caminho do discipulado. Ser seu discípulo é tornar-se alguém tão concentrado em sua missão quanto o agricultor que ara sua terra. Não é possível olhar para trás, ter outras preocupações ou distrações.
Envolver-se com o reino de Deus significa “já” estar com a mão no arado e não se pode perder tempo nenhum.
Jesus é mais exigente que Elias, pois enquanto este permitiu que Eliseu fosse despedir-se de seus familiares, nem isso Jesus consente. É nessa radicalidade que este voluntário é surpreendido.
Não se pode esperar o pai morrer, mas também não se pode nem despedir-se dele.
O discipulado exige um engajamento imediato. Este homem foi confrontado com a radicalidade nua e crua da “urgência” com que se deve tratar o discipulado e o reino de Deus.
Porque pra seguir Jesus é preciso ter disposição de alma, de coração e vontade.
E aí é que nesse período do processo de maturação, de averiguação vocacional a pessoa pode dizer: É não é isso não, esse não é o meu chamado não. E quem acompanhada também diz é eu também já tinha percebido que você não tem a vocação mesmo não. E com todo esse dicernimento a pessoa é direcionada a ir embora.
Mas quando uma pessoa já faz anos e anos que caminha na Vocação, que já passou por todo o processo de lapidacao, sabe da essência do carisma, disse sim a Jesus, fez opção por ele em continuar em seu seguimento servindo a ele e aos irmãos na comumidade, mesmo assim decide ir embora, ela está literalmente dizendo pra Deus que não quer mais! Isso é ingratidão.
Há medida que alguém disse sim a Deus em continuar no carisma vocacional, é porque foi provado e muito bem provada e vai continuar sendo provada porque diz Jesus: “Jesus disse a todos: ‘Se alguém Me quer seguir, renuncie a si mesmo, tome sua cruz cada dia, e siga-Me"(Lucas 9,23).
Para seguir a Jesus é preciso renunciar a si mesmo e abraçar a sua cruz. Sigamos a Jesus com todo o nosso amor e de todo coração.
Quando mais a gente ver cruz dentro da comunidade, quanto mais a cruz pesa pra mim eu digo: eu tenho vocação.
Quanto mais um irmão me despresa, quanto mais sou colocado de lado, em escanteio, não sou valorizado no meu carisma, naquilo que faço, ... eu digo eu tenho vocação!
Porque foi exatamente isso que Deus disse.
A vocação não é avaliada quando ela está recebendo aplausos não.
A vocação não é avaliada quando ela é reconhecida, está diante de uma multidão e todo mundo aplaudindo, batendo palmas pra ela não.
A vocação é avaliada quando a pessoa passa pela via crucis, pelo martírio, pelo calvário, e está na cruz crucificada com Jesus Cristo, sendo desprezada por todo mundo, insultadola, perseguida, injustiçada, caluniada, ... e ela está ali perseverante, firme e fiel até o fim.
É exatamente aqui que a vocação é avaliada.
É aqui que o sim dado é validado no amor a Jesus, onde a pessoa diz: É aqui que vou ficar até a morte. Pois se Jesus passou pela morte eu com ele, unido a ele passarei também.
Mesmo que percebamos que as coisas não estejam nada bem para o nosso lado, Jesus está ali dizendo: aguenta firme servo bom e fiel, não tenha medo das injúrias, da perseguição, ... vai em frente.
Quem diz em uma comunidade que não quer carregar cruz, coitado desse discípulo, não entendeu foi nada sobre o que é seguir a Jesus Cristo.
Toda Vocação é avaliada pelo chamado, e não pelo que se está vivendo na comunidade feita de pecadores não.
Todos nós precisamos um do outro.
E na comunidade passamos pelo “esmeril” burilando», onde um vai se bstendo com o outro, precisamos passar pelo processo de lapidação, por um polimento intenso, transformando a pedra bruto em algo precioso. O processo contínuo de polir é necessário para se alcançar a perfeição.
É na humilhação que eu vou evangelizar, assim como os discipulos foram.
Agora o que não podenos fazer, é como o ingrato e desobediente Lutero, que ao se deparar com os muitos defeitos se achou o tal e disse: estou indo embora! Largou a Igreja de Jesus, e fundou outra igreja.
Precisamos ser é como são Francisco de Assis, que mesmo vendo os muitos defeitos da Igreja permaneceu firme, continuou ali na humildade, no caminho, na única verdeda, seguindo, servindo e sendo fiel.
É bom quando na comunidade tem as coisinhas, porque é nesse exato momento que vamos provar pra Jesus se O amamos mesmo; é nesse momento que queremos dizer pra Jesus que queremos viver a reconciliação; é nesse momento que querermos viver com ele e mostrar pra ele que realmente ele nos chamou para fazer parte do carisma e evangelizar através dele.
Temos plena consciência de que Satanás está muito irado com aquele que decide ficar, permanecer, seguir e servir a Jesus no carisma DJC. Porque ele sabe que o DJC é um designio de Deus. E aquele que continuar fiel servindo e evangelizando com a vida vai continuar sofrendo combates espirituais.
Nosso Carisma é pra esse tempo de perseguição em que será mais difícil se dizer sim a Deus. Quanto mais se aproxima a volta de Jesus, mais difícil será permanecer fiel e evangelizar.
Os embates que enfrentamos para levar nosso Carisma, nosso ministério adiante, será muito maior do que daqueles que não estão em uma conunidade.
Porque além do meu (seu, nosso) ministério que é um desígnio de Deus, existe o sob, ou seja o meu (seu, nosso) ministério está sob, o carisma DJC. Nada é maior que um carisma. Nemum ministério existe sem a graça do carisma essa é a verdade.
Se o carisma, o ministério é para a evangelização e o resgate de muitas almas, é claro e óbvio que o inimigo nunca vai estar feliz, ele vai se opor 24 horas.
Por isso precisamos rezar incessantemente, fazer Jejum, penitência, dobrar os joelhos em adoração, porque a nossa vida está nos condimentos de Deus, está no coração do Senhor, ele sabe, ele vê a luta, o suor que cada um que vive dentro na obra todos os dias pra manter o carisma vivo pelo amor a Deus.
Esse é o momento de muito jubilo, de louvor e agradecimento a Deus pelo carisma DJC.
Por tudo que ele foi fazendo dentro desse carisma e dentre de mim.
Com o salmista rezamos o salmo 115, em que a letra exalta o reconhecimento dos benefícios de Deus e a entrega da própria vida: “Que poderei eu retribuir ao Senhor Deus por tufo aquilo que ele fez em meu favor”.
Este salmo nos faz lembrar que o agradecimento deve vir de um coração sincero, reconhecendo a vida e as bênçãos como dons de Deus.
É bem dificil conviver com a santidade desse carisma DJC no dia a dia, é bem desafiante, se não rezar, humanamete falando não se consegue levar pelas próprias forças.
Entendemos hoje que o carisma é santo.
Que o DJC é vontade de Deus que que estejamos imersos nesse carisma.
O carisma DJC é a via concreta para cada um de nós evangelizar alcançar a santidade e fazer multiplicar.
As casas do DJC deva ser um clima espiritual agradável, diferente e muito bom, em que a pessoa ao entrar logo sinta a paz de Deus. Mesmo que alguém não tenha dons carismáticos, místicos e nem sensitivos demais, mas logo de cara ao entrar no DJC deva sentir essa graça e essa paz que vem de Jesus. Porque quando alguém tem a sintonia espiritual se consegue sentir e ver quando é uma coisa de faxada e quando ela tem profundidade. Mesmo sendo humanos, mesmo em meio aos muitos defeitos e pecados que temos, deva haver uma disponibilidade em cada um para que Deus haja, para que se faça a graça acontecer, porque toda pessoa disponível que se entrega a Deus de verdade deseja que ele faça a transformação, triture e passe no moinho a tal ponto que seja modelada por ele.
Precisamos enxergar e entender que Deus está no DJC.
E precisamos defender essa obra, nos tornar como verdadeiros malucos, que vamos ter que vestir a camisa e como verdadeiros advogados unidos ao Espirito Santo claro, lutar em defesa dessa obra de Deus e pelos frutos de salvação que ela está a produzir: quantos milagres, quantas graças, quantas curas, quantas vidas transformadas, quantos testemunhos.
Na nossa vida de espiritualidade Deus muitas vezes nos surpeende. Nós nos deparamos com o impossível, e nos aproximamos de Deus querendo alguma coisa: um milagre.
So que Jesus é que se aproxima de nós de forma diferente: ele vem como criança, ele vem como cruscificado que diz tenho sede, ele pede algo de nós e temos que fazer.
Mas Deus sempre nos surpreende pedindo algo. Nós querermos algo de Deus, mas ele quer algo de nós, isso é um grande gesto de amor.
Jesus amando a samaritana pede a ela: da-me de beber.
E Jesus pede a cada um de nós: amor. Pede a cada um de nós que o amemos de verdade.
Jesus tem sede na nossa fé, ele tem sede do nosso amor independente do que nós sejamos, nunca nos tornemos indignos de amar Jesus, ele quer o nosso amor.
"Não é preciso ser perfeito para seguir uma vocação!"
A Vocação DJC não é um chamado para os santos, para os perfeitos, mas sim para os disponíveis, com os seus muitos limites, os medos, as histórias reais.
Deus chamou e nos chamou para ser DJC, para nos curar, nos moldar, nos libertar, e nos santificar ao passo que vemos caminhando e mergulhando.
Deus não espera que venhamos prontos e com tudo já resolvido, mas ele mesmo que chamou é que vai resolvendo, colocando tudo no seu devido lugar, não em um passe de mágica, mas ao passo que cada um vai caminhando, se entregando, servindo e sendo fiel.
Ele espera o nosso sim todo dia, com tudo o que nós somos, inclusive com nossas fragilidades e imperfeições.
É no seguimento de Jesus, é caminhando, é crescendo, sendo fiel, é evangelizando que Deus vai formando, curando, libertando e conduzindo.
No nosso coração, já existe a graça, a chama ardente do Ser DJC, então já é o começo, o que nos resta é desejar continuar caminhando, crescendo, servindo, lutando pelas tentações, persistindo, sendo fiel ... e confiando no poder de Deus.
Se até aqui alguém não buscou a santidade como devia é hora de emendar-se, de buscar essa santidade com profundidade, com amor ao carisma que o elegeu. Foi Deus quem elegeu e não se pode negar ou renegar esse carisma tão sagrado e tão divino. Não dá pra dizer não, é precisa se lançar cada vez mais, não dá pra negar e nem voltar pois o barco já está em
É próprio do DJC querer que quem foi pescado pescar outros, ou seja, carisma de multiplicação.
O Carisma Vocacional não é um carisma pessoal, mas comunitário, ou seja, comum a todos membros do DJC. Ele une e dá o mesmo estilo de vida e missão a todos os outros carismas individuais dentro do DJC. Somos Igreja com o estilo DJC. Por exemplo, existe um jeito de ser próprio dos franciscanos dentro da Igreja, sua espiritualidade, seu hábito, suas casas, o modo como evangelizam e conduzem as paróquias. De igual forma existe um jeito de ser próprio das carmelitas, Canção Nova, Caminho Neocatecumenal, redentoristas e assim por diante. Cada instituição tem um jeito de ser dentro da Igreja, uma espécie de DNA espiritual que tem raízes no Carisma Fundacional.
O DJC é uma escola. Não se pode cortar o que é próprio do carisma, porque vem da sua própria fundação.
Não se pode ter só Siloé no DJC, etc, tem que ter o grupo de Evangelização porque ele é escola.
Temos que fazer nossa parte zelando pelo carisma para que ele não morra.
Temos que evangelizar com o DJC, e como DJC conforme nosso Carisma Vocacional.
Sheila Sales – Discipula Comprometida de Aliança - DJC.

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