semanalmente (se tratando de comunidade de vida) e periódica(mensalmente) para os demais não consagrados.
Os encontros entre irmãos deverão ser reservados, privados e estruturados para quem somente é da comumidade:
1. Só pode participar dos momentos de convivência, quem é da comunidade. Tudo isso para salvaguardar a privacidade que precisa ser preservada e não violada!
2. O que estes discípulos vam fazer? Muito Simples: Conviver, partilhar sem interesse, brincar juntos, lanchar, almoçar, perder tempo com o outro para conhecê-lo melhor e assim amá-lo.
3. Como? Com disciolina e oração, colocando Deus no centro, cultivando a humildade e buscando a santidade nas ações diárias.
4. Quando? Diariamente para quem é da Comunidade de Vida ou Aliança, e mensalmente para os demais membros.
5. E Onde? A própria comumidade quem determina o local, contudo que seja privado, só para os que pertencem a comunidade e estão caminhando para que sejam acompanhados, olhados e observadas mais de perto, acolhidos, amados e até exortados.
Na convivência comunitária é algo bem reservado.
Na hora que começar a ter alguém de fora da caminhada, a pessoa responsável vai tirar o foco dos discípulos, pra focar na pessoa de fora.
O certo é que todos que caminham e pertencem a comumidade precisam participar da convivência!
A vocação à comunidade é considerada um chamado para sair da solidão,da ilha, da redoma de vidro, e viver o relacionamento com Deus e com o próximo.
Nenuma pessoa foi chamada pra uma comunidade pra viver de forma isolada. A vida em comunidade por si só, pede convivência.
A convivência comunitária é uma "vida em saída", focada na oração e na santificação da família, superando o isolamento da sociedade moderna.
A presença de todos os membros da comunidade é indispensável, intransferível e inalienável, por pura necessidade, podendo evidentemente no caso dos casais com filhos se revezarem entre si.
A presença nestes momentos não pode ser livre, se faz necessário, pois, a idéia que se passa para muitos estar junto é que é um fardo, e não é assim, a tendência é esquivarem-se, estes irmãos que trazem dentro de si, dores que somente serão curadas, justamente através da fraternidade. Por isso mesmo que precisam estar, para serem curados, tratados e libertos das dores e traumas.
As atividades dos momentos fraternos devem ser realizadas dentro do carisma da própria comunidade.
As autoridades e coordenadores também devem participar dos momentos fraternos junto com seus discipulos, e reajustá-los sempre que necessário, isso fará um grande bem a eles enquanto autoridades e edificará a comunidade.
Juntos para sempre:
“É como o orvalho do Hermon, que desce pela colina de Sião; pois ali derrama o Senhor a vida e uma bênção eterna.”
Podemos ter uma certeza: no estado definitivo, na vida eterna, quando estivermos no céu, não viveremos isolados, mas em uma festiva e gratificante união.
Lá entraremos em extraordinária comunhão com o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Além Deles, com a multidão dos santos e santas, com a comunidade dos que foram salvos, com a agradável companhia da humanidade de todos os tempos.
Uma fraternidade que cresce na obscuridade cotidiana torna-se, por sua vez, um raio de luz que prenuncia a luz solar da fraternidade definitiva, jubilosa, beatificante.
Vale a pena renovar nossa decisão e adesão por Cristo, caminhando, convivendo, crescendo e combatendo o mal junto .
“Aqueles que vivem em comunidade pertencem a uma raça fortíssima” (São Bento).
Essa força de reajustar, alinhar, perdoar, superar, suportar um ao outro, retornar a Deus, amar de novo, força que vem do alto, que vai nos capacitando. É preciso querer a vida comunitária com estes que Deus escolheu.
Pregação de Gislaine, Cofundadora da Comunidade Oásis